Cidades históricas de Minas Gerais


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Cidades históricas de Minas Gerais

Saída Atibaia e Mairiporã 30/05/2018 retorno 03/06/2018 –

4 noites e 3 diárias

 

1º dia

Belo Horizonte

A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e até internacional, seja do ponto de vista culturaleconômico ou político. Conta com importantes monumentosparques e museus, como o Museu de Arte da Pampulha, o Museu de Artes e Ofícios, o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, o Mercado Central e a Savassi, e eventos de grande repercussão, como o Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua (FIT-BH), Festival Internacional de Curtas e o Encontro Internacional de Literaturas em Língua Portuguesa. É também nacionalmente conhecida como a “capital nacional dos botecos”, por existirem mais bares per capita do que em qualquer outra grande cidade do Brasil.

Igreja da Pampulha

Basílica N.S. de Lourdes

Estádio do Mineirão

Sabará-MG

Dezenas de construções barrocas estão guardadas bem pertinho da capital mineira. Além das igrejas e do casario, Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, preserva também costumes e tradições.

Os turistas visitam as atrações instaladas no confuso centrinho. Em meio às vias estreitas ficam alguns dos conjuntos arquitetônicos mais preservados e que sofreram pouquíssima intervenção. Entre eles estão a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, com chamativas paredes de pedra sem reboco e a céu aberto; e a bela e riquíssima igreja do Carmo.

Também nas proximidades estão encantadoras construções como o Teatro Municipal e o Solar do Padre Correia, o interessante Museu do Ouro e os tradicionais chafarizes, como o Kaquende, o único ainda com água potável. Vale, porém, esticar o passeio para além das ladeiras centrais calçadas de paralelepípedos. Nos pontos mais afastados estão jóias como a suntuosa igreja de Nossa Senhora da Conceição e a singela igreja de Nossa Senhora do Ó, uma das mais curiosas da região.

Capela – Soledade

Casa Azul

2º dia

Ouro Preto-MG

Patrimônio histórico

A cidade se tornou conhecida como um “museu a céu aberto”, preservando um grande núcleo de casario colonial essencialmente intacto, prestigiado em todo o Brasil e mesmo no estrangeiro, tanto que a Cidade Histórica foi declarada pela UNESCO um Patrimônio da Humanidade, quando a organização enfatizou a autenticidade, integridade e originalidade de seu panorama urbano, qualificado como uma obra do gênio humano, sua importância histórica como sede da Inconfidência e de um florescente polo cultural, e o relevo de seus principais monumentos religiosos, onde atuaram mestres de importância superior como Aleijadinho e Ataíde, que deixaram obras que se colocam como os primeiros sinais de uma genuína brasilidade.

Suas igrejas se tornaram particularmente célebres, muitas delas ricamente decoradas e de superlativa importância artística e histórica, onde se incluem, por exemplo, as igrejas de São Francisco de Assis, a Matriz do Pilar, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias, a de Nossa Senhora do Carmo, a de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Capela do Padre Faria.

Ouro Preto também se destaca pela atividade cultural. Todos os anos, sedia o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes. No ano de 2010, o Festival homenageou Mestre Ataíde, pintor de grande influência no barroco de Minas Gerais..

Atividades culturais como teatro, música, artesanato, literatura, discussões em mesas redondas e palestras sobre meio ambiente e incentivo à leitura para crianças também entraram no calendário do Festival. Também tem o maior Carnaval Estudantil do Brasil, onde as festas são organizadas pelos moradores das Repúblicas Estudantis.

Recentemente, Ouro Preto foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras.

Igreja N. S. do Carmo

Museu da Inconfidência.

 

Casa dos Contos

Congonhas do Campo

Se quem vai para Ouro Preto em Minas Gerais já sai de lá maravilhado e triste porque acabou, tem motivos de sobra para comemorar, já que é impossível visitar Ouro Preto e não ir até Congonhas do Campo outra maravilhosa e histórica cidade mineira. A cidade de Congonhas do Campo situada a 70 km de Belo Horizonte (capital de MG) abriga as mais famosas obras de  Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Vila Rica, 29 de agosto de 1730 — Vila Rica, 18 de novembro de 1814) que foi um importante escultor, entalhador, desenhista e arquiteto no Brasil colonial. E um dos locais onde  estão as obras do artista Aleijadinho é no  Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

Na verdade essa obra é um verdadeiro complexo que tem seis capelas e mais de 66 esculturas que representam a cena da Paixão de Cristo. Uma das mais belas visões e surpresas que o turista pode ter ao visitar Congonhas do Campo.

                         

 

 

 

 

3º dia

Tiradentes

Tiradentes não tem a suntuosidade barroca de Ouro Preto e de São João Del Rei, mas certamente é a mais charmosa das cidades históricas. Em suas ruas coloniais calçadas com pedras pés-de-moleque, as igrejas do século 18 dividem a atenção com o preservado casario formado por sobrados que abrigam restaurantes, pousadas, antiquários e lojas de artesanato que acendem seus lampiões na fachada ao anoitecer. O cenário encantador e que já serviu de locação para filmes, seriados e novelas, exibe ainda uma imponente moldura – a Serra de São José, com montanhas típicas de Minas Gerais.  ·.

As charretes, estacionadas no Largo das Forras, convidam a circular pela cidade com direito a paradas nas principais atrações, como o Chafariz de São José, o Museu Padre Toledo, as igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, de Nossa Senhora das Mercês e a Matriz de Santo Antônio, a mais bonita de Tiradentes com trabalhos atribuídos a Aleijadinho. ·.

Ao longo do passeio, conhecer os ateliês que se espalham pelas ruas Direita e da Câmara é programa obrigatório. Chama a atenção a criatividade dos artesãos, que confeccionam suas obras com materiais que vão da madeira ao estanho, passando pelo papel machê e o ferro.

Para viajar ainda mais no tempo, pegue a Maria-Fumaça e siga para a charmosa São João Del Rei. O percurso dura cerca de meia hora, descortinando as belezas da serra de São José.

São João Del Rei

 

A cidade cresceu, mas a tradição de repicar os sinos das igrejas – seja para anunciar o começo da missa ou a hora da Ave Maria – é mantida em São João Del Rei. Apesar da expansão, as histórias e as lembranças do Brasil Colônia continuam vivas no Centro Histórico. Por ali estão belos sobrados e casarões, como o Solar dos Neves, que ainda hoje pertence à família do ex-presidente Tancredo Neves; e a igreja de Nossa Senhora do Pilar, com talhas de ouro em profusão. Sobrados e casarões, como o Solar dos Neves, contornam o Centro Histórico

O casario antigo abriga ainda, restaurantes e lojas que oferecem cobiçadas peças produzidas com outro metal nobre da região – o estanho, que dá forma a joias e objetos de decoração. A grande pepita de São João Del Rei, porém, não está encravada no Centro Histórico.

A igreja de São Francisco de Assis fica no meio de uma praça ornamentada com palmeiras imperiais. Os altares dourados são escassos, mas foram primorosamente recompensados pela portada em pedra-sabão, pelo lustre em cristal Bacarat e pela missa das manhãs de domingo, acompanhadas por música barroca.

Uma vez na cidadezinha, circule a pé ou de charrete em meio às lojinhas de artesanato, chafarizes, ateliês e restaurante 

 

Este roteiro poderá sofrer alteração de ordem

Saída: Mairiporã e Atibaia

Incluso no pacote: Transporte, hospedagem com café da manhã, guia acompanhante, seguro assistência viagem e guia turístico local

Não incluso: Refeições, bebidas, ingressos ou outras despesas que não fizer parte dos itens inclusos

 Valor R$ 761,10 A vista

Em 10 parcelas iguais de R$ 76,11 no cartão

Informações:

E-mail: Edison@cantareiraviagens.com.br

Fone: (11) 4604-3775

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